quinta-feira, 22 de abril de 2010

Contas de luz mais caras a partir de hoje (22)

A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, órgão responsável pela regulamentação do setor elétrico no país, divulgou ontem as novas tarifas de energia para o Estado do Rio Grande do Norte. O índice de reajuste tarifário médio foi de 9,95%, com impacto médio para o consumidor de 7,09%. Para os consumidores residenciais e demais consumidores de baixa tensão, este impacto é de 7,04% em média.

Para os consumidores de baixa renda, que representa cerca da metade do universo dos consumidores do Rio Grande do Norte, o impacto será de 1,17%. Já os consumidores industriais e comerciais de médio e grande porte, atendidos em alta tensão, terão, em média, reajuste de 7,18%. As novas tarifas entrarão em vigor a partir da próxima quinta-feira (22/04/2010).

Do percentual de reajuste médio de 9,95 %, a parcela não gerenciável pela concessionária, referente aos encargos setoriais e compra de energia, representa 8,75%, sendo que 3,16% é referente ao encargo CCC – Conta de Consumo de Combustível Fóssil – encargo setorial estabelecido através de lei federal com valores fixados pela ANEEL, que são usados para pagamento dos custos de energia térmica do Norte do país.



Fonte: dnonline

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Escola Municipal Raimundo Nonato de Lima desenvolve projeto Recreação.

Coordenadora Irenice organizando o intervalo.

Pula-Corda brincadeira que as meninas adoram.

Cabo de guerra os meninos adoram.

Amarelinha essa é disputada.

Ciranda de Roda todas as crianças curtem bastante
 
A Escola Municipal Prof. Raimundo Nonato de Lima - Rafael Godeiro consta com uma matricula de 410 alunos aproximadamente no ano de 2010 e está realizando atividades diferenciadas para os alunos, atendendo os projetos que fazem parte da Proposta Pedagógica, elaborada com a participação de todos os segmentos da Escola. Na proposta constam vários projetos que objetivam melhorar o desempenho acadêmico, o ensino aprendizagem e a disciplina bem como o resgate aos valores, cultura e costumes. Entre os projetos destacamos: Projeto de recreação que é desenvolvido no horário do intervalo do turno matutino - coordenado pela coordenadora Irenice tomaz e a professora Antônia Campos. O projeto envolve as crianças em várias brincadeiras e conta com a ajuda de monitoramento com os alunos do 8º e 9º ano (turno vespertino). Os monitores receberão declaração de monitoramento. O projeto conseguiu atingir seu maior objetivo que aboliu as brigas e ociosidade dos alunos. São trabalhadas várias brincadeiras; pular corda, amarelinha, cabo de guerra, brincadeira de rodas, jogos tipo: xadrex, dominó, pega-varetas, quebra-cabeças, etc. Muito do material é produzido pelas coordenadoras do projeto juntamente com os monitores.
 

GRUPO DE IDOSOS, HIPERTENSOS e DIABÉTICOS DE RAFAEL GODEIRO, REALIZARAM CAMINHADA


O grupo VIVER MAIS E MELHOR do nosso município, coordenado pela Educadora Física Josileide de Paiva, realizou encontro na manhã de segunda-feira, onde foi feita a verificação da pressão arterial de todos, também foram realizados vários exercícios e em seguida caminhada. Após as atividades foi servido lanche na sede do grupo. Todas as atividades foram acompanhadas pela Enfermeira do PSF Maedja, e pela coordenadora do grupo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SME de Rafael Godeiro realiza mais um encontro da ESCOLA ATIVA

Coordenadora do Programa no municipio Rosilania Campos.

Professoras Cilene,Vilma e Joana participando do treinamento da Escola Ativa.

A Secretaria Municipal de Educação(SME) de Rafael Godeiro RN, nesta sexta-feira dia 16 de abril de 2010, realizou o 2º Microcentro para os Professores do Campo. A educação de nossa cidade tem mostrado índices de altos níveis, e quando refletimos sobre essa realidade, nos empenhamos cada vez mais para que nossa educação seja sempre de ótima qualidade.

Na realidade rural, hoje existe um empenho muito grande para melhorar a educação do campo, e através do programa Escola Ativa, nossos índices de educação rural cresce cada dia mais. Não é necessário sair do seu ambiente de trabalho e vida para se ter uma educação de qualidade, o campo pediu educação acessível, e recebe até hoje educação perto de sua casa.

Com o intuito de melhorar a realidade em que vivem esses assistidos, a Secretaria de Educação promove encontros mensais, chamados microcentros, para aprimorar as práticas pedagógicas desses docentes em sala de aula. E para que tenhamos êxitos, começamos a reformular o Projeto Político-Pedagógico direcionado ao campo. Cada escola tem a oportunidade de elaborar e implementar seu próprio Projeto Pedagógico de acordo com a realidade subjetiva de cada uma.

Fonte: http://www.pmrafaelgodeiro.blogspot.com/

Professores do RN não recebem piso salarial nacional


Ajustado no dia 1º de janeiro deste ano, o piso salarial nacional dos professores é uma utopia para a maioria dos municípios do Rio Grande do Norte. Com base na lei n° 11.738, sancionada pelo presidente Lula em junho de 2008, os educadores do ensino básico receberam um aumento nos salários de 7,86%, que passaram de R$ 950 para R$ 1.024,67, para 40 horas semanais. O fato é que o reajuste anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) é menos da metade do reivindicado por professores e maior que o desejado por estados e municípios.

De acordo com a deputada federal Fátima Bezerra (PT), uma das autoras da lei e também coordenadora da Frente Parlamentar em defesa do cumprimento do piso, a lei sofreu um golpe em2008. "Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi ajuizada no Supremo Tribunal Federal por cinco governadores contra a lei, tendo à frente a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB)", afirmou. Segundo a deputada, após o julgamento da Ação, os ministros definiram que o termo "piso" a que se refere a norma em seu artigo 2º deve ser entendido como a remuneração mínima a ser recebida pelos professores. Assim, até que o Supremo analise a constitucionalidade da norma, os professores das escolas públicas recebem R$ 950,00, somados ao vencimento básico (salário) e as gratificações e vantagens. Esse entendimento deverá ser mantido até o julgamento final da Ação Direta de Inconstitucionalidade. "A partir de janeiro deste ano, quando se daria a integralização do piso, o gestores não poderiam mais usar o artifício da gratificação, o que está acontecendo em muitos locais", disse.

Diante do impasse, a deputada disse que estão sendo feitos movimentos no sentido de que o Supremo julgue a Ação o mais rápido possível, para que a situação dos professores se resolva. "A gente esteve em audiência com o ministro Joaquim Barbosa e a Frente tem feito movimento forte para que o supremo julgue o mérito da Ação. Participei de uma audiência com membros da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e o fato é que a situação está uma celeuma. De acordo com a portaria da Advocacia Geral da União, o piso que é de R$ 1.024,00, no entanto, de acordo com a lei em vigor, deve ser R$ 1.312,00. Mas o que os gestores estão considerando é o primeiro. Infelizmente muitos estados não estão cumprindo o piso na integralidade. Estão cumprindo a lei incluindo a gratificação", afirmou.

Fonte: Dn online

Nota do Blog: No município de Rafael Godeiro-RN, é diferente. A Lei do Piso é uma realidade para todos os educadores do município desde o ano passado.
 
 
 

sábado, 17 de abril de 2010

Prorrogação do IPI reduzido no setor da construção agrada a consumidores e empresários


A prorrogação do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de material de construção foi vista com alívio pelos consumidores e pelos empresários do setor. A medida, que vigorará até dezembro deste ano, foi anunciada ontem (15) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

O setor vinha sofrendo com a concentração de encomendas devido à proximidade do fim do desconto, previsto para junho. Com o elevado volume de compras, temia-se o desabastecimento e, consequentemente, a pressão sobre os preços. Na semana passada, o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Cruz, conversou sobre o assunto com Mantega, durante evento do setor em São Paulo. A associação reúne mais de 50 mil lojas.

"Tivemos oportunidade de dizer ao ministro que o setor da construção civil estava antecipando as compras para maio e junho, devido à proximidade do fim do IPI e que isso que estava provocando um desabastecimento do setor e, consequentemente, aumento de preço”, informou Cruz.

Segundo ele, em vez de comprar em 12 ou 15 meses, que é o prazo da obra, as empresas estavam querendo comprar todo o material necessário em 60 dias. Ele destacou que, com a isenção, a diferença de preço para esses produtos pode chegar a 8%.

Com o aumento da demanda e a pressão sobre os preços, o percentual passou a ser bem menor, gerando inflação no setor. “Se você tem algum desabastecimento, tem também aumento de preço. Agora, com a medida [prorrogação do desconto], será possível fazer uma melhor programação das compras”, afirmou o presidente da Anamarco.

Cruz lembrou que a medida refletirá positivamente também sobre quem está pensando em reformar imóveis. Esse segmento cresceu 10% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior, devido justamento ao incentivo da redução do IPI. “Quem queria usar o produto em setembro ou outubro também viria comprar em maio ou junho. Essa conjugação de fatores trazia um desarranjo ao mercado, provocando desabastecimento. Então, o governo foi ágil.”

A prorrogação do desconto agradou à auxiliar de serviços gerais Raimunda Rodrigues Paes Landim, que está construindo uma casa em Águas Quentes, loteamento no Recanto das Emas, região administrativa do Distrito Federal. “Acho muito bom, porque a gente recebe salário mínimo e, para construir, é um Deus nos acuda. A areia está cara. Eu comprei uma 'carrada' de areia, paguei R$ 490 e ainda estou pagando para depois começar tudo de novo”, reclamou.

Para o vendedor de material de construção, Raimundo dos Santos, com experiência de 15 anos, não fez muito diferença a prorrogação. . Ele argumenta que a redução do IPI deveria atingir um número maior de itens. Mesmo que voltasse o IPI como era antes o sujeito não vai deixar de comprar o cimento que é básico. Não vai deixar de comprar ferro e outros produtos”, argumentou.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão, que defende as medidas, apontou os benefícios da medida traz para a população mais pobre e os projetos sociais. “Não adianta colocar produtos que atinjam a classe A. São medidas para ajudar as camadas mais baixas e os projetos de abrangência social. Então, [o desconto] abrange adequadamente a maioria de produtos que precisam ser atingidos”.

Simão disse ainda que a prorrogação foi uma decisão oportuna e pertinente. Ele reconheceu que o país vive um momento de alta da inflação: “Nós, e o governo também, temíamos que isso pudesse afetar mais violentamente os custos da construção civil. Então, a decisão ajuda a conter um pouco a inflação do setor. E existe ainda o estímulo e a animação que a medida traz.”

Ele também reforçou a posição da Anamaco de que a cadeia produtiva reivindicava medida nesse sentido, principalmente no varejo. “Acho que isso foi positivo e soma-se a todas as medidas de estímulo ao setor, como o PAC 2 [Programa de Aceleração do Crescimento], o [programa habitacional] Minha Casa, Minha Vida, e ao momento que estamos vivendo de recorde de empregos”

O empresário ressaltou que a construção civil é diferente dos demais setores, pois qualquer medida de estímulo tem impacto diferente sobre a economia.

Dados preliminares da Receita Federal indicam que o impacto da renúncia fiscal nos cofres públicos, entre julho e dezembro deste ano, deve ficar em R$ 723 milhões nesse período, elevando para mais de R$ 1,4 bilhão as desonerações para o setor.

Em nota, a Anamaco diz que a manutenção do estímulo fiscal poderá resultar em aumento de 1,34% no Produto Interno Bruto (PIB) e de 1,27% no nível de emprego, num período de dois anos. Além disso, acrescenta a associação, isso ajudará a combater o déficit habitacional, com a oferta de 211 mil novas moradias.

Entre os produtos da lista de isenção do IPI, estão o cimento, tintas e vernizes, banheiras, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico, caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica, e assentos e tampas, de sanitários de plástico.

Fonte: Ageência Brasil

quinta-feira, 15 de abril de 2010

CRAS DE RAFAEL GODEIRO REALIZA COM O GRUPO DE IDOSOS, PALESTRA SOBRE SAÚDE DENTÁRIA NA TERCEIRA IDADE


Os encontros semanais de atendimento a pessoa idosa no nosso munícipio conta com a participação dos profissionais do Centro de Referencia da Assistência Social (CRAS), e dos profissionais da Secretária Municipal de Saùde onde acontece a cada encontro a verificação da PA, palestras e  várias atividades ligada a terceira idade. Nessa semana a palaestra foi sobre: Saúde dentária, e contamos  com a participação da dentista Dra. Tarciana, falando sobre os cuidados que se deve ter com os dentes na terceira idade. Foram feitos alongamentos e dinâmica com todo o grupo que é   Coordenado por  Josileide de Paiva (Educadora Física) , além de brincandeiras houve ainda  um sorteio de um ferro elétrico. Para a Secretária de Assistência Social Ana Carla, a participação do  grupo vem crescendo a cada dia, e tanto a Secretaria como o CRAS, temos procurado incentivar o trabalho do grupo,  que assiste além dos idosos, pessoas diabéticas e hipertensas. "O nosso objetivo é proporcionar momentos de lazer, informação, e cuidados com a saúde e com o próprio corpo", enfatiza a secretária.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Novo código de ética busca mudar relação médico-paciente no Brasil


Novo código de ética médica brasileiro entra em vigor nesta semana. Ele trata de muitos dos avanços da medicina. Mas, principalmente, tenta melhorar a relação médico-paciente.
Quem nunca se sentiu ignorado por um médico? Quantas mães já não sofreram a aflição de não achar um pediatra para o filho doente? Queixas, reclamações, frustrações. A imagem que os pacientes fazem da classe médica não anda muito boa. E os médicos sabem disso. Agora existe a promessa de que as coisas podem mudar.
 
Vários artigos do novo código pretendem acabar com a pressa e a desatenção dos médicos. O código diz: ” é vedado ao médico causar dano ao paciente por ação ou omissão.”
 
“O médico tem de ser absolutamente atencioso, zeloso, diligente, ou seja, para examinar, para ouvir uma história, tem de ter tempo”, esclarece d’Ávila.
 
Fim dos garranchos
 
Agora, os médicos estão proibidos de fazer receitas ilegíveis. O que pouparia muita dor de cabeça, por exemplo, para a aposentada Margarida Rangel e sua neta. “Lá na farmácia, eles não souberam ler o nome do remédio que estava escrito”, ela conta. Ela percorreu dez farmácias em busca de alguém que entendesse os garranchos escritos na receita. E ninguém foi capaz de ler o que estava escrito. “Ninguém conseguia decifrar o remédio que era para comprar.”
 
Elas voltaram ao consultório para tentar resolver o enigma. E nem o próprio médico conseguiu entender o que estava escrito.
 
“O médico não tem justificativa para não escrever de maneira ilegível”, disse d’Ávila.

Estímulo à segunda opinião
 
Quando o filho tinha um mês, uma mãe contou ao Fantástico que ouviu de uma médica que seu filho tinha um doença nos rins incurável. “Ele ia ter que se tratar a vida toda, com medicamentos fortíssimos, poderia ter um retardo de crescimento”, disse Alessandra de Mello.Ela procurou outro médico. O bebê tinha uma infecção, se tratou e ficou bom. Mas a primeira médica não ficou aliviada com a boa notícia. “Ela nos recebeu de uma forma grosseira, depois que ela soube que nós procuramos uma segunda opinião”, conta Alessandra.

A partir de agora, se o paciente quiser ouvir uma segunda opinião, o primeiro médico tem de colaborar. E não pode se opor a conversar e passar informações para o novo médico. E, se for preciso, colaborar também para a formação de uma junta médica para discutir o caso.
 
“Seria muito mais seguro para mim, para a saúde do meu filho, se eles tivessem conversado, chegado a um consenso. Foi muito difícil, a decisão ficou com a gente.”
 
Ausências
 
Mas a pior coisa na relação médico-paciente é quando ela simplesmente não existe, porque o médico faltou. “É indesculpável e inadmissível a ausência de um médico no plantão”, explica d’Ávila.
 
Faltar em plantão já era proibido. O que o código de ética traz de novidade nessa questão é estender a responsabilidade para a direção do hospital ou centro de saúde. Agora, está claro: na ausência de médico plantonista, a direção técnica do estabelecimento deve providenciar a substituição.

Fonte: Blog do cardoso Silva

PROGRAMAS SOCIO EDUCATIVOS REALIZAM COMEMORAÇOES SOBRE A PÁSCOA


                        Turma do PETI

                 turma do PROJOVEM

Os programas socias PETI E PROJOVEM ADOLESCENTE , realizaram comemorações na sede dos referidos programas, onde foi trabalhado durante toda a semana atividades relacionadas a Semana Santa, Os programas , estão funcionando diariamente na Secretaria Municipal de Assistência Social e contam com 4 monitores para o PETI  e  é coordenado pela pedagóga Waneci Barboza, e 2 facilitadores de oficinas para o PROJOVEM ADOLESCENTE, coordenado pela pedágoga Angela Targino. São realizadas diversas atividades dentre as quais, jogos, artesanato, pintura, teatro, dança, etc.

sábado, 10 de abril de 2010

Lei de Responsabilidade Social

 
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), pré-candidato à Presidência da República, afirmou em entrevista que um dos projetos mais importantes que tem para o Brasil é o da Lei de Responsabilidade Social (LRS). Pela lei, o governo federal será obrigado a garantir índices mínimos de desenvolvimento econômico e de qualidade de vida nos estados e municípios.

Com a LRS, a União ganha poder de supervisão, avaliação, controle e intervenção nos estados. Segundo Ciro Gomes, o governo federal, em conjunto com os governos estaduais, prefeituras e o Congresso, passa a definir metas socioeconômicas por região, e, se os prefeitos e governadores não cumprirem, a União poderá intervir na região, detectando e solucionando o problema.

O deputado deu como exemplo o sistema público de Saúde, financiado pelo governo federal. “Vamos dizer que o Presidente da República baixa um decreto dizendo que o máximo tolerável de mortalidade infantil é de 18 por mil. Todos os estados terão que cumprir, mas naqueles em que o índice ultrapassar o definido, o governo federal entra. Qual é o problema? É falta de profissional, então vamos resolver, traz o profissional e capacita. O problema é o prefeito desviando verba? Então aciona o Ministério Público. Mas tem que solucionar, da questão mais simples à mais grave.”

Ciro Gomes esclareceu que a “lei não foi feita com o objetivo de intervenção, mas, se for preciso, dá ao governo esse direito para que as regras sejam cumpridas”. “Vamos supor que a gente entra num esquema para acabar com a dengue e a campanha não funciona em determinada região. Chega a supervisão, avalia, senta e vê o que está acontecendo. Às vezes, falta um pouquinho de recurso, então, a intervenção neste caso é reforçar o dinheiro”, explicou o deputado.

Para Ciro Gomes, a LRS vale também para outros setores, como Educação e Segurança, sendo que “este último tema é muito mais complexo, com a lei tendo que se especializar aí. Será União, Estado e Município trabalhando juntos”. De acordo com o deputado, a intervenção só acontecerá quando for para garantir um mínimo de dignidade de vida para o povo.

O projeto de Lei da Responsabilidade Social está sendo estruturado com base em muito estudo e discussão com especialistas, professores universitários e profissionais das diversas áreas envolvidas, afirmou Ciro Gomes. “Tenho falado muito com o presidente Lula sobre isto. Todos os avanços importantes do governo Lula não são leis. Um vento de mau jeito na política e tudo pode se desmanchar. Infelizmente, o tempo está passando e nada acontece.”


(do site: www.cirogomes.com.br) - Reproduzido do Portal www.vagneraraujo.com